terça-feira, 16 de junho de 2026

Da Gratidão à Traição: O Povo Não Esquece Quem Construiu e Quem Virou as Costas

Enquanto Afonso Cunha enfrenta cobranças por valorização dos servidores e respostas para os problemas do município, cresce a indignação de quem vê o atual governo mais preocupado em atacar o passado do que em resolver o presente. O povo quer gestão, não guerras políticas.
Por mais que tentem reescrever a história, uma verdade permanece: Pedro Medeiros não chegou sozinho ao poder. Sua ascensão política passou pelo apoio, confiança e articulação do ex-prefeito Arquimedes Bacelar, que abriu caminhos e ajudou a construir o projeto que hoje governa a cidade.
O que mais causa revolta é que o homem que se apresentou como o “Prefeito do Amor” é acusado por seus críticos de praticar a política da ingratidão, virando as costas para quem esteve ao seu lado e esquecendo as próprias raízes políticas. Em Afonso Cunha, muitos se perguntam: onde foi parar o discurso de união, respeito e gratidão?
Porque cargos passam, mandatos terminam e o poder é passageiro. Mas a memória do povo permanece viva. E a história de Afonso Cunha jamais poderá ser contada sem reconhecer o papel de Arquimedes Bacelar, nem ignorar que a ingratidão política também deixa marcas e, cedo ou tarde, é julgada pelo próprio povo.
A gratidão é uma virtude rara na política, mas indispensável na vida pública. Quem esquece de onde veio corre o risco de perder a conexão com o povo e de entrar para a história não pelo que construiu, mas pela forma como tratou aqueles que um dia estiveram ao seu lado.

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